B. estava repleta de completos estranhos, ela precisava de algum resgate. Ela queria que todos os ruídos a volta pudessem parar, que todas as vozes se calassem. Ela fechava os olhos, porém ela não conseguia fazer isso tudo ir embora. Seu único refúlgio era olhar para a janela e ficar observando as gotas de chuva, pareciam estar caindo em um lugar tão distante!
Portas e janelas fechadas criavam um ambiente claustrofóbico e escuro, muito escuro! Sua respiração era ofegante, suas pernas tremiam em um ritmo descomunal, seus dedos faziam um compasso na madeira fosca.
O silência que se seguia, ganhou a companhia de B, junto com a imcompreensão... de onde colocar as palavras que tanto as faziam rir, estava tudo acabado.
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