Assustada, ela acordou no meio da madrugada, era uma noite fria. Era como se ainda estivesse sonhando. Ela estava ouvindo, mas não havia nenhum som. Ela estava tonta, seu estômago abrigando um tornado de borboletas na barriga. Seus olhos avistavam muito... muito além do que a aparente escuridão. Ela acende o abajur, só volta a colocar o copo no criado mudo quando o deixou sem uma gota se quer, e mesmo assim sua garganta continua seca. O silêncio a deixa perturbada, ela tenta ler... mas em vão. Seus olhos passam pelas palavras automaticamente, sem absorver nada, passando a serem, naquele momento, páginas secas e sem vida.
Ela enfrenta aquele corredor profundo e assustador, temendo até mesmo sua respiração ofegante. O ar entra em contanto com suas faces, pondo um pouco de cor onde não havia nenhuma. A brisa se espalhou e foi como se nada tivesse acontecido, exceto pelas borboletas que ainda persistiam e pelo gosto de rosas em sua boca.
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uau
ResponderExcluirHey hey... tudo bem contigo?? Conseguiu resolver aquelas histórias lá? Sabe que qualquer coisa... estou a uma mensagem ou email de distância ;)
ResponderExcluir:* s2